A Industria da Felicidade: A Tristeza sistematizada como Doenca & a Apologia do Vicio em Antidepressivos - Cleberson Eduardo Da Costa - Books - Createspace Independent Publishing Platf - 9781499336962 - May 2, 2014
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A Industria da Felicidade: A Tristeza sistematizada como Doenca & a Apologia do Vicio em Antidepressivos Portuguese, 1 edition

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Dentre as muitas correntes de pensamento que, aos seus modos, procuraram e/ou procuram abordar os problemas da chamada tristeza profunda, angústia e/ou melancolia (chamada no mundo pós-moderno de depressão) apresentar-se-á, aqui, numa espécie de amálgama, algumas delas: 1- As de caráter psiquiátrico e/ou psicológico; 2- As de caráter antropológico; 3- As de caráter teológico; 4- E as de caráter filosófico-existencialista. Na unidade I, abordaremos a primeira corrente, que é formada por psiquiatras e/ou psicólogos que, doravante, definem a depressão, chamada por eles de tristeza profunda, como sendo uma espécie de ?doença mental? pós-moderna e, que, nesse sentido, deve ser combatida, buscando-se a cura do indivíduo por ela acometido, com o uso sistemático de remédios, chamados estes de ?antidepressivos e/ou estabilizantes do humor, etc.? Na unidade II, de uma forma crítica, desenvolveremos as nossas proposições sobre a chamada Indústria da Felicidade, específicas das sociedades pós-modernas do capital, caracterizando-a com as idéias de: 1- ?Patologização da tristeza?; 2- Formação de uma espécie de ?sociedade dos hipocondríacos?, entendidas esta como sendo uma forma ideológica de alavancar e sistematizar, em escala global, a chamada ?Indústria Farmacológica e/ou da venda de remédios, em especial os dos chamados antidepressivos e/ou ditos ?estabilizadores de humor?. Na unidade III, saindo do plano das explicações médicas-científicas (psiquiátricas e/ou psicológicas) - que definem a depressão como doença - entraremos nas perspectivas epistemológicas de outras três correntes, a saber: 1- As antropológicas e/ou neo-evolucionistas (isto é, aquelas que procuram atrelar a ideia da depressão e/ou tristeza profunda, não como doença, mas como um processo de caráter evolutivo, de novas exigências sociais de adaptabilidade humana. Nesse sentido, partindo-se das proposições de Charles Darwin, veremos como é que pesquisadores da chamada corrente neo-evolucionistas procuram compreendê-la como uma espécie de ?mal necessário?, ou seja, como se ela, a chamada depressão e/ou tristeza profunda, além de não ser exatamente uma doença, tivesse também um ?lado bom.? 2- As teológicas (ou seja, aquelas que associam a depressão e/ou a tristeza profunda às causas dos chamados males da alma e/ou do espírito, sendo assim, a mesma, por eles, entendida também como sendo o resultado do afastamento do homem de Deus, fruto do pecado e/ou da impossibilidade (não se tendo fé) de se querer compreender, pela razão, aquilo que só seria possível de ser entendido por meio da fé. 3- As filosófico-existencialistas (isto é, aquelas que associam a depressão e/ou a tristeza profunda às causas específicas de uma suposta ?existência inautêntica? e/ou então de uma suposta ?condição humana desumana?, apontadas, pelos chamados filósofos da corrente existencialista, como uma espécie de náusea geral e/ou então de angústia social profundas, sintetizadas pela perda do sentido da existência. Esperamos, assim, que essa obra, de alguma forma, possa contribuir à formação de uma geração não somente mais saudável do ponto de vista físico e/ou mental (orgânico), mas também espiritual, já que, em filosofia, ideia significa o mesmo que espírito. O autor.


128 pages

Media Books     Paperback Book   (Book with soft cover and glued back)
Released May 2, 2014
ISBN13 9781499336962
Publishers Createspace Independent Publishing Platf
Pages 128
Dimensions 152 × 229 × 7 mm   ·   181 g
Language Portuguese  

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